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Os juros futuros encerraram o pregão desta quinta-feira (24) em alta, influenciados principalmente pela elevação dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos e pela valorização do petróleo.
Os juros futuros encerraram a sessão desta quinta-feira (24) em alta, acompanhando o movimento dos mercados internacionais. A pressão veio principalmente da elevação dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, conhecidos como Treasuries, e da alta do petróleo.
No mercado brasileiro, o contrato de DI para janeiro de 2027 passou de 13,541% no ajuste anterior para 13,565%. O DI para janeiro de 2029 avançou de 13,787% para 13,88%, enquanto o contrato para janeiro de 2031 subiu de 13,965% para 14,045%.
Pressão externa
A alta dos juros internacionais foi um dos principais fatores que influenciaram o mercado brasileiro. Os rendimentos dos Treasuries avançaram após novos sinais de força da economia americana e declarações de dirigentes do Federal Reserve sobre os riscos relacionados à inflação.
O petróleo também contribuiu para o movimento. O Brent permaneceu próximo de US$ 107 por barril no fechamento, em meio às incertezas envolvendo as negociações entre Estados Unidos e Irã.

Mercado brasileiro
O Relatório de Política Monetária divulgado pelo Banco Central reforçou que ainda existe espaço para cortes da Selic, mas indicou que os próximos passos da política monetária dependerão da evolução dos dados econômicos.
Apesar da influência do cenário internacional, o mercado doméstico também acompanhou notícias políticas e fiscais ao longo do pregão.




